REGARDLESS OF WHAT THEY SAY

Ando sempre com regressos e ainda não consegui perceber se alguma vez cheguei a regressar ou não. Não vou dizer que estou de volta...


Ando sempre com regressos e ainda não consegui perceber se alguma vez cheguei a regressar ou não.
Não vou dizer que estou de volta, que vou voltar, justificar razões inúteis. Tem sido complicado, lento, sonolento, vazio (ou cheio de nada). Imagino me, sentada, de ombros encolhidos, sem expressão alguma, e um zapping a passar por mim e os cabelos voam, a franja acena, e eu fico imóvel. Perdi o comando, a direcção, o rumo, a vontade e mais alguma coisa.
Talvez isto seja tudo uma parvoíce pegada. 

Disseram que me viram desistir, magoou-me, na verdade eu não desisti, desliguei-me, ocultei-me, fechei-me. E também, por vezes, me fartei.
Afinal quem nunca se sentiu um bocado menos, um bocado de nada, quem nunca caiu e sentiu-se fraco, tão fraco que parece inútil acreditar em se levantar, quem nunca?
Eu podia escrever aqui muitas teorias, muitas mesmo, mas não passaria disso, teoria. Talvez outro dia, vou tentar encontrar o comando, este zapping está a dar cabo de mim.


ohh, cant anybody see.. We've got a war to fight?
Never found our way?

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@vanessapereirinha